Banco Master mantém "bunker" na Faria Lima para segundo ato do MBL hoje; pressão contra impunidade aumenta

Tapumes continuam cercando a sede da instituição, que volta a ser alvo de manifestação nesta quinta (5). Movimento intensifica cobrança por investigações sobre fraudes e decisões do STF.

Banco Master mantém
Reprodução / Midia

Quem passa pela Avenida Faria Lima vê uma cena que destoa do luxo do centro financeiro: a sede do Banco Master continua cercada por tapumes e sob forte esquema de segurança. A estrutura, montada para tentar conter o desgaste de imagem, será novamente o cenário de um protesto na noite desta quinta-feira (5), o segundo realizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) em poucas semanas.

A manutenção das barreiras físicas na entrada do banco é vista por observadores como um sinal de alerta. Mesmo após o primeiro ato, a instituição não retomou a normalidade, mantendo-se isolada enquanto as denúncias de fraudes bilionárias e interferências judiciais continuam repercutindo nas redes sociais.

A Insistência na Pauta O retorno dos manifestantes ao local hoje, às 18h, sinaliza que o caso não caiu no esquecimento. Ao contrário, a pauta ganhou novos contornos com a insistência do movimento em apontar a suposta blindagem oferecida pelo ministro Dias Toffoli (STF) aos banqueiros envolvidos.

Para lideranças como Kim Kataguiri, a permanência dos tapumes acaba servindo como combustível para a mobilização, reforçando a narrativa de que é necessário manter a vigilância constante. A estratégia do ato de hoje é manter o tema vivo e cobrar ações concretas do Senado e dos órgãos de controle, evitando que o caso seja abafado pela rotina de Brasília.