Contas no vermelho: Governo Lula fecha 2025 com rombo de R$ 5,1 bilhões nas estatais
Sob gestão petista, empresas públicas registram o segundo pior resultado da história, acumulando déficits bilionários. Governo tenta justificar buraco alegando "investimentos".
A gestão das empresas estatais federais sob o governo Lula (PT) encerrou o ano de 2025 com um saldo alarmante: um déficit primário de R$ 5,1 bilhões. Os dados, confirmados pelo Banco Central nesta sexta-feira (30), revelam que as empresas dependentes do Tesouro Nacional continuam operando no vermelho, drenando recursos que poderiam ser aplicados em outras áreas.
O resultado é desastroso e marca o segundo pior desempenho da série histórica, ficando atrás apenas do rombo recorde registrado em 2024, também sob a atual administração. Em apenas dois anos, a trajetória de recuperação fiscal dessas empresas, observada em governos anteriores, foi revertida para um cenário de dependência e prejuízo.
A "Desculpa" do Investimento Para tentar minimizar o impacto negativo da notícia, o Ministério da Gestão correu para justificar que o déficit não seria fruto de má gestão, mas sim de "investimentos estratégicos", citando obras navais da Emgepron e aportes nos Correios.
No entanto, analistas de mercado veem com ceticismo a narrativa oficial. O que o governo chama de investimento, para muitos, reflete a volta de uma política econômica que incha a máquina pública sem garantir retorno financeiro ou eficiência operacional. O caso dos Correios é emblemático: a estatal, que já foi símbolo de eficiência e lucro, segue figurando entre as que mais puxam o resultado para baixo, exigindo socorro dos cofres públicos.
A conta é sua Diferente das empresas privadas, onde o prejuízo é problema dos acionistas, o rombo nas estatais federais impacta diretamente o bolso do contribuinte. Quando uma estatal dependente gasta mais do que arrecada, a diferença é coberta pelo Tesouro Nacional — ou seja, com o dinheiro dos seus impostos.
Enquanto o governo celebra o cumprimento da meta fiscal (que foi ajustada para permitir esse déficit), a realidade é que o setor público consolidado segue deficitário, pressionando a inflação e mantendo os juros altos. Para 2026, a previsão é de mais desafios, caso a política de gastos desenfreados não seja revista.











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