Caso Orelha: Da barbárie em SC às férias na Disney, Pré-candidato à Presidência da República Renan Santos age para deportar acusados
Entenda o caso do cão Orelha, morto por adolescentes em Florianópolis. Renan Santos aciona Consulado dos EUA contra jovens que fugiram para a Disney e pede perda da guarda dos pais.
O Brasil acompanha com profunda indignação os desdobramentos da morte do cão comunitário "Orelha", ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis (SC). O animal, de cerca de 10 anos, era cuidado por moradores e foi vítima de um ataque brutal no início de janeiro, não resistindo aos ferimentos causados por espancamento.
A Polícia Civil identificou quatro adolescentes como suspeitos. O caso ganhou contornos de escândalo nacional quando foi revelado que os jovens pertencem a famílias de alto poder aquisitivo e que, logo após o crime, parte do grupo viajou para os Estados Unidos a lazer. Além disso, pais e tios dos envolvidos foram indiciados por coagir testemunhas na tentativa de obstruir a justiça.
Ação Política Contra a Impunidade Diante da sensação de que o poder econômico poderia "enterrar" o crime, o pré-candidato à presidência da República, Renan Santos, anunciou um pacote de medidas incisivas para garantir que a justiça seja feita.
Confira o pronunciamento oficial e as medidas detalhadas no vídeo abaixo:
Ofício ao Consulado Americano No vídeo, Renan Santos confirma que acionou diplomaticamente as autoridades dos EUA para impedir que a viagem de lazer sirva de fuga para os envolvidos.
"Nós estamos oficiando agora o consulado dos Estados Unidos para que eles tomem medidas contra esses rapazes e eles sejam devolvidos ao Brasil o quanto antes. Eles estão agora, uma parte deles, curtindo férias e se protegendo dos crimes que cometeram", declarou.
Confronto com o Poder Local e Perda da Guarda O pré-candidato também explicou o protocolo das Ações Civis Públicas que pedem a perda da guarda dos adolescentes. A justificativa apresentada é grave: os pais estariam usando sua influência financeira e política para corromper o processo legal, em vez de assumir a responsabilidade pela educação dos filhos.
"A família dos rapazes tem muita pressão a exercer, inclusive sobre o judiciário local... Entramos com uma representação para tirar a guarda desses pais... para eles os acobertarem", afirmou Renan, destacando a necessidade de um tutor rígido para garantir a punição efetiva.
Psicopatia e Mudança na Lei Por fim, Santos criticou a brandura da legislação atual e defendeu a adoção de critérios da psiquiatria forense na lei penal, citando o perigo real que esses jovens representam para a sociedade como um todo, não apenas para os animais.
"Quem faz maldade com animal de maneira absolutamente gratuita... esse cara é perturbado, esse cara é doente. Esse cara vai fazer mal para as pessoas", alertou.
O Tribuna de Sergipe continuará acompanhando se as autoridades americanas atenderão ao pedido de deportação.











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